Você de pau preso, dirigindo. Ela, de vestidinho, sem calcinha, a caminho da casa da amiga. Você só volta para busca-la no fim da festa. Haja cornitude.
“Você tem cinco minutos pra sair. Meu amigo está chegando. Eu quero você bem mansinho tomando cerveja de pau preso ai no boteco da esquina. Só imaginando o que eu estou aprontando aqui no sofá da sala… Quando eu terminar, eu mando mensagem e você volta pra casa rapidinho. Entendeu? Rapidinho!”